Editor Diogo Madre Deus nomeado diretor editorial do grupo LeYa
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À Lusa, fonte da comunicação da LeYa indicou que Diogo Madre Deus inicia funções a 23 de setembro.
Em comunicado, a empresa revela que o editor vai "liderar a estratégia editorial das Edições Gerais" da LeYa, sublinhando "um percurso de mais de duas décadas dedicado aos livros, à literatura e à cultura".
Diogo Madre Deus transita para a LeYa depois de ter trabalhado como editor sénior no grupo editorial Penguin Random House Portugal, onde foi responsável pelas chancelas Cavalo de Ferro e Elsinore.
Na semana passada, Diogo Madre Deus anunciava a saída da Penguin "por iniciativa própria", em declarações à publicação Comunidade Cultura e Arte, ficando as chancelas Cavalo de Ferro e Elsinore sob a direção de Clara Capitão e da equipa editorial deste grupo.
Diogo Madre Deus foi um dos fundadores da editora Cavalo de Ferro, em 2002, tendo assumido depois, entre 2008 e 2017, a gestão, estratégia editorial e comercial e programação, construindo um catálogo com nomes como Olga Tokarczuk, Julio Cortázar, Elias Canetti e Ivo Andric.
Em 2017, Diogo Madre Deus também passou a ser responsável pela chancela Elsinore, integrando a Cavalo de Ferro no Grupo Editorial 2020 e mais tarde na Penguin Random House Portugal.
Segundo a LeYa, entre 2005 e 2012, foi sócio fundador, gerente e editor da Cavallo di Ferro, com a publicação "de mais de uma centena de títulos de literatura portuguesa contemporânea em Itália".
O grupo editorial LeYa foi criado em 2008, conjugando a vertente de negócio de edições gerais, aglomerando editoras como Asa, Caminho, Dom Quixote e Casa das Letras, e a vertente de edição de livro escolar.
Em 2022, as operações da LeYa foram compradas pela empresa neerlandesa Infinitas Learning.
Em julho, o grupo Leya anunciou a passagem da administradora executiva Ana Rita Bessa a membro não-executivo do conselho de administração, a partir deste mês, numa decisão da própria gestora, que desempenhava as funções desde 2021.
Na altura, o grupo editorial adiantou que "a nova liderança ficará a cargo de uma gestora portuguesa, cujo nome será anunciado em breve, mantendo-se inalterada a restante composição do conselho de administração".
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